

Suplemento pode ser substituídos por fontes naturais – Foto: Unsplash/ND
A creatina é um nutriente essencial para a produção de energia dos músculos e pode ser encontrada em diversos alimentos. Para quem não pode consumir o suplemento por contraindicações médicas ou simplesmente prefere fontes naturais, a alimentação pode ser uma excelente alternativa.
Segundo a nutróloga Liliane Oppermann, a creatina auxilia no ganho de força, resistência e melhora do desempenho físico. No entanto, a necessidade de suplementação varia de pessoa para pessoa, sendo essencial que a dieta seja ajustada de acordo com as particularidades individuais para evitar possíveis efeitos adversos.
“Não hesite em buscar um especialista para ajudá-lo a personalizar um plano de suplementação e alimentação. Um profissional qualificado pode orientar sobre a melhor forma de maximizar os benefícios e garantir sua saúde e bem-estar”, recomenda a médica.

O suplemento auxilia no ganho de força, resistência e melhora do desempenho físico – Foto: Freepik/ND
Quem deve evitar a creatina?
O uso de creatina pode sobrecarregar os rins, sendo contraindicado para pessoas com doenças renais pré-existentes. Além disso, por provocar retenção de líquidos, a substância pode elevar ligeiramente a pressão arterial, o que exige cautela em pacientes hipertensos.
No caso de gestantes e mulheres que estão amamentando, ainda não há estudos suficientes sobre a segurança do suplemento. Por isso, é essencial consultar um médico antes de utilizá-lo.
Alimentos ricos em creatina

Carnes vermelhas são fontes de creatina – Foto: Federico Arnaboldi/ND
A creatina está presente, principalmente, em carnes vermelhas e peixes. Entre as principais fontes naturais estão:
- Carnes vermelhas: patinho, alcatra, filé mignon, coxão mole e lagarto;
- Peixes: sardinha, bacalhau, atum e, especialmente, o arenque;
- Outras fontes: lombo de porco, aves (frango e peru) e gema de ovo, embora em menor quantidade.
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